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Como criar um blog de nicho com rentabilidade?


Um blog que actua num determinado nicho, é um blog com um conteúdo extremamente restrito e com foco exclusivo num tema preciso.
Se imaginar um blog sobre viagens, e depois imaginarmos um blog sobre viagens à Nicarágua, este último é um nicho.


Algumas caracteristicas que o seu blog de nicho deverá ter:

1- Conteúdo Único – É importante que o seu blog tenha conteúdo único. Por mais rss feeds que tenha ou invista em SEO e motores de busca, se o seu conteúdo não for único, dificilmente irá atrair visitantes. Portanto, o mais importante no seu nicho é focar-se e escrever conteúdo de elevadissima qualidade. Só dessa forma conseguirá garantir retorno e viabilidade.

2- A escolha de Template – A escolha da sua template deve recair também em algo único. Sugiro mesmo a compra de uma theme de qualidade e depois mexa nela, transforme-a e faça dela algo único. Tenha também especial atenção à sua estrutura e capacidade de monetização. Isso será extremamente importante. Uma vez que irá ter conteúdos mais selectivos e menos regulares, é importante que o seu tema seja extremamente agressivo em termos de monetização.

3- Mantenha o Foco – É extremamente importante que o seu blog se foque no tema central que escolheu. Se você tem um blog sobre robots, não é aconselhável falar de outros tipos de equipamentos electrónicos. Os seus posts deverão ser bastante precisos e sumarentos, para que mesmo que não sejam extremamente regulares, tenham substância suficiente para atrair muitos leitores.

4- O seu público alvo – É importante definir o público alvo em que irá actuar. Por melhor que seja o seu nicho de mercado, é importante que também seja viável em termos de motores de busca e visitantes vindos desse tipo de ferramentas. Se escolher um nicho demasiado restrito, irá receber muito pouco retorno a longo prazo.

Como rentabilizar um Blog de Nicho?

A melhor forma de rentabilizar um blog que actua num determinado nicho, é escrevendo conteúdo de elevadissima qualidade. Dessa forma você estará a garantir que o seu leitor irá aprofundar o tema e depositar a sua atenção no que está a ler.

Um blog de nicho é bastante simples de rentabilizar e regra geral apresenta rendimentos muito superiores a qualquer outro tipo de estrutura.Não se pode esquecer que qualquer publicadora de publicidade contextual como o Google Adsense, paga bastante mais por clique em publicidade mais especifica.

Existem diversas ferramentas para rentabilizar blogs de nicho, das quais destaco o Smowtion, que poderão rentabilizar o seu projecto num curto espaço de tempo.
Ao ser especifico no seu nicho de mercado, você estará a ser especifico também no tipo de publicidade que lá pretende apresentar.

Ao ser especifico na publicidade e nos temas que pretende utilizar, você irá retirar grandes vantagens em redes de publicidade contextual, de imagens ou de videos, dentro do tema que escolheu, claro!

Ao utilizar estas redes de publicidade, você poderá associar também o Google Adsense. A publicidade contextual é sempre uma excelente ferramenta de rentabilização em nichos de mercado.

1- Lucro Passivo – Este tipo de publicidade contextual dificilmente o irá fazer ficar rico, o que por um lado é mau, mas por outro lado é bom. O adsense permite-lhe alguma mobilidade para criar conteúdos de elevada qualidade e que atraiam mais visitantes e cliques, ao mesmo tempo que lhe permite usufruir de outros sistemas de rentabilização

2- Relevância – O Adsense tem a particularidade de conseguir contextualizar a sua publicidade como mais ninguém consegue. Dessa forma você irá estar a apresentar aos seus leitores, aquilo que eles querem ver.

3- Efetividade – O Adsense para pesquisas é bastante efectivo e à medida que os utilizadores procuram determinados conteúdos, eles irão obrigatoriamente encontrá-lo. Este tipo de efectividade irá ser bastante rentável em curto prazo, uma vez que aliada à contextualização, você estará sempre na linha da frente.

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Enfrente os medos (no Trabalho)


Com a economia e o mercado de trabalho instáveis, a insegurança no escritório aumenta. Veja como lidar com ela sem estresse

A incerteza econômica e o sobe e desce das estatísticas de emprego acabam alimentando a insegurança no trabalho, pois, a reboque dos indicadores externos, vêm pressão por corte de custos e maior cobrança por resultados. Quem já passou por outras crises garante que nessas horas é melhor deixar o radar ligado para detectar o clima entre os colegas da equipe e fi car antenado nos rumos da empresa. O executivo João Neto, diretor de marketing para a América do Sul da Anixter, distribuidora de produtos de telecomunicações, garante que o segredo é manter a calma e a produtividade em alta. Há 13 anos na companhia, ele viu crises como o estouro da bolha da internet e a queda na economia após os atentados ao World Trade Center, em 2001, nos Estados Unidos. “No 11 de setembro, nosso faturamento caiu mais de 40%”, diz. “Foi a crise mais grave pela qual passei.” Das experiências, João aprendeu a reagir quando a insegurança ameaça imobilizar sua capacidade produtiva. “O profi ssional não pode se trancar numa sala. Tem que agir.” Acompanhe a seguir um plano de ação para não se abalar em situações de insegurança e garantir o desempenho quando...

... seu chefe está inseguro
Já imaginou a pressão que tem vindo de cima por resultados e cortes no orçamento? Tente se colocar no lugar do chefe. “Quando faz mudanças bruscas de rota, o líder pode estar tentando se adaptar à nova realidade, mas o funcionário interpreta isso como uma deficiência”, diz Rodrigo Soares, gerente da divisão de recrutamento em vendas e marketing da Hays, no Rio de Janeiro. Se você tem alternativas para sugerir, fale sem criar uma ameaça a mais. “Compartilhe possíveis, e inéditas, soluções.”

... seus pares estão inseguros
Evite o desespero e procure ajudar seus colegas a trabalhar positivamente. “A influência sobre pares e colegas é limitada, o importante é discordar de maneira agradável, propondo parcerias e evitando alimentar fofocas”, diz a psicóloga Ana Fraiman, autora do livro O Chefe dos Meus Sonhos (Alexa Editorial). Tente apontar os benefícios do trabalho em equipe e mostre que a crise é um teste de lealdade, que revela com quem a empresa pode realmente contar. “Diga ao colega que vocês precisam estar nessa lista”, diz Ana Fraiman.

... seus subordinados estão inseguros
A dica é deixar a equipe à vontade para dar vazão aos sentimentos sobre a situação atual. Seja transparente. Para isso, duas orientações são importantes, segundo Elaine Saad, gerente-geral da consultoria Right Management. A primeira: o que você acha que é importante para os subordinados pode não ser o que eles acham que é importante para eles. E a segunda: reconheça que você não tem todas as respostas. “Se comunique, mesmo que seja para falar que não sabe”, diz Elaine.

... você mesmo está inseguro
Sentir um frio na barriga de vez em quando é normal. O problema é quando o indivíduo entra em uma ansiedade patológica, se cobrando excessivamente e antecipando fatos negativos que podem nem acontecer — uma demissão, por exemplo. Aí, a cobrança, que só era externa, encontra um cúmplice poderoso. “Às vezes, não dá para fazer tudo que deveria ter sido feito. Reconheça seus limites”, diz Adriana Fellipelli, sócia-diretora da consultoria Fellipelli. “Fale com pessoas experientes e pergunte como já lidaram com situações parecidas.”


COMO LIDAR COM A INSERGURANÇA

> IDENTIFIQUE O PROBLEMA
A insegurança letal vem daqueles que colocam o atual emprego em primeiro lugar, e não a carreira em si. Quem vê o emprego como única opção tende a ser mais inseguro. “Deixe o comodismo de lado”, diz a psicóloga Ana Fraiman.

> ENCARE O MEDO COM SERENIDADE
Separe seus medos reais dos medos imaginários. Em muitos casos, os “monstros” só estão na sua cabeça e o medo do perigo acaba sendo muito maior do que o próprio perigo. “Reserve um tempo para pensar os problemas de forma distanciada”, diz
Rodrigo Soares, da Hays.

> NÃO ESQUEÇA O PLANO B
Os especialistas em carreira são unânimes: tenha um plano B para o trabalho e para a vida pessoal. Quem aposta todas as fichas em uma só jogada fica mais vulnerável às leis do mercado e sujeito à insegurança.

> MANTENHA O FOCO NO FUTURO
Nos momentos de tensão, não perca seus valores, princípios e convicções. Mantenha a confiança em si e, acima de tudo, tenha foco em seus planos. “Só quem sabe com clareza aonde quer chegar mantém a autoestima elevada”, diz a consultora Adriana Fellippelli.

Fonte; http://vocesa.abril.uol.com.br

As 12 perguntas mais frequentes numa entrevista de emprego



Tem uma entrevista de emprego e não sabe o que vão perguntar? Nós daremos uma ajuda para saber o que responder. Leia com atenção, treine e boa sorte!

1. Fale sobre si.

Esta pergunta é quase obrigatória em uma entrevista de emprego e deverá ser muito bem praticada para uma resposta sucinta, direta e, acima de tudo, que valorize o seu perfil profissional.

2. Quais são seus objetivos a curto prazo? E a longo prazo?

Seja específico e tente aproximar, de alguma forma, os seus objetivos aos da própria empresa. Respostas como "ganhar bem" ou "aposentar-se" são totalmente proibidas.

3. O que o levou a enviar o seu curriculum a esta empresa?
Aproveite esta deixa para demonstrar que fez o seu "trabalho de casa" e fale sobre a atividade da empresa e a forma como o posicionamento desta a torna uma empresa de elevado interesse para qualquer profissional. Naturalmente, para responder a esta pergunta, é preciso fazer previamente uma pesquisa sobre a empresa. Vá ao site institucional, faça pesquisas usando mecanismos de busca, leia revistas da especialidade e converse com pessoas que trabalham ou já trabalharam lá.



4. Qual foi a decisão mais difícil que tomou até hoje?
O que é pretendido com esta questão, é que os candidatos sejam capazes de identificar uma situação em que tenham sido confrontados com um problema ou dúvida, e que tenham sido capazes de analisar alternativas e consequências e decidir da melhor forma.

5. O que procura num emprego?
As hipóteses de resposta são várias: desenvolvimento profissional e pessoal, desafios, envolvimento, participação num projeto ou organização de sucesso, contribuição para o sucesso da sua empresa, etc.

6. Você é capaz de trabalhar sob pressão e com prazos definidos?
Um "não" a esta pergunta pode destruir por completo as suas hipóteses de ser o candidato escolhido, demonstre-se capaz de trabalhar por prazos e dê exemplos de situações vividas em trabalhos anteriores.

7. Dê-nos um motivo para o escolhermos em vez dos outros candidatos.
Esta é sempre das perguntas mais complicadas mas o que se espera é que o candidato saiba "vender" o seu produto. Isto é, deverá focar-se nas suas capacidades e valorizar o seu perfil como o mais adequado para aquela função e a forma como poderá trazer benefícios e lucros para a empresa.

8. O que você faz no seu tempo livre?

Seja sincero, mas sobretudo lembre-se que os seus hobbies e ocupações demonstram não só a capacidade de gerir o seu tempo, preocupações com o seu desenvolvimento pessoal e facilidade no relacionamento interpessoal.

9. Quais são as suas maiores qualidades?
Aponte aquelas características universalmente relacionadas com um bom profissional: proatividade, empenho, responsabilidade, entusiasmo, criatividade, persistência, dedicação, iniciativa, e competência.

10. E pontos negativos/defeitos?
Naturalmente que a resposta não poderá ser muito negativa, pois serão poucas as hipóteses para um profissional que diga ser desorganizado, desmotivado ou pouco cumpridor dos seus horários.
Assim, o truque é responder partindo daquilo que normalmente é considerado uma qualidade mas agravando-o de forma a parecer um "defeito". Ou seja, exigente demais, perfeccionista, muito auto-crítico, persistente demais, etc.

11. Que avaliação faz da sua última (ou atual) experiência profissional?
Não se queixe e, em caso algum, critique a empresa e respectivos colaboradores. Diga sempre alguma coisa positiva, ou o ambiente de trabalho ou o produto/serviço da empresa. Se começar a apontar defeitos ao seu emprego anterior correrá o risco de o entrevistador achar que o mesmo pode acontecer no futuro relativamente aquela empresa.

12. Até hoje, quais foram as experiências profissionais que lhe deram maior satisfação?
Seja qual for a sua escolha, justifique bem os motivos. Tente mencionar as mais recentes e que sejam mais adequadas aos seus objetivos profissionais.

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